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A presidente do Provopar Estadual, Carlise Kwiatkowski, o ator Rodrigo Veronese,
o prefeito Albanor José Ferreira Gomes, “Zezé”, e a empresária Ligia Romani,
presidente do Núcleo de Responsabilidade Social do Setransp, comandaram nesta
quarta-feira (25) a entrega de 2 mil cobertores para mil famílias em situação de
vulnerabilidade social, cadastradas pela prefeitura de Araucária.
A
solenidade teve clima de festa com a presença do ator Rodrigo Veronese e do
palhaço Piri, que prestaram apoio a Campanha do Agasalho Espalhe Calor 2012,
promovida pelo Governo do Estado, através da Secretaria da Família e
Desenvolvimento Social, Provopar Estadual e RIC TV Record, sendo patrocinada
pelo Extra, Cassol Center Lar e Natuclin e tendo como parceiros Setransp,
Condor, Banco do Brasil, Banco Itaú, Bazaar Fashion, La Food e Wal Mart.
Carlise Kwiatkowski disse que o principal objetivo da campanha no momento é
atender o maior número possível de famílias antes que as baixas temperaturas
atinjam o Estado. “E, graças aos nossos parceiros, que tem contribuído
constantemente com as ações do Provopar Estadual, estamos conseguindo avançar.
São parceiros de longa data que acompanham o governador Beto Richa e a
secretária Fernanda Richa e agora estão conosco em todo o Estado do Paraná.
Portanto, tenho certeza que nossa meta que é de 90 mil famílias atendidas”.
Na foto: A presidente do provopar Carlise Kwiatkowski, Rodrigo Veronese, Prefeito Albanor Gomes (Zezé) e Lígia Romani
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O livro “Mulheres, Elas Fazem História” foi lançado dia 27/03 no Museu Oscar
Niemeyer. Nesse livro, as mulheres executivas contam suas histórias e os
desafios enfrentados para chegarem a posições de liderança. Com o apoio da lei
Rouanet de Incentivo à Cultura, a publicação é uma iniciativa do Espaço Mulheres
Executivas (Mex-Paraná) e foi escrito pela pesquisadora Mayla Di Martino, com
prefácio da Ministra da casa Civil Gleisi Hoffman.
O lançamento contou com a presença de autoridades como o Vice-Governador,
Flávio Arns representando o Governador Beto Richa , a Vice Consul dos USA,
Linda Neilan, a procuradora municipal de Curitiba, Claudine Camargo Bettes,
representando o prefeito Luciano Ducci.
Lígia Romani, que faz parte do grupo desde a sua criação, participou da
elaboração do livro com depoimentos descritos e esteve no evento de lançamento
do livro.

Mayla Di Martino (escritora do livro), Josiane Greca, Lígia Romani e
Elizabeth Loures
Lígia Romani com Hairton Luiz Romani, diretor da Araucária TC, Luiza e
Murilo Romani F. de Souza (filhos de Lígia Romani) e Ligiane Romani.
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Alan Frank
Pedroso é solteiro, natural de Curitiba /
PR, tem 21 anos. Começou a trabalhar aos 17 anos como atendente. Iniciou suas
atividades na Araucária TC em 09/06/2009. Frank nos conta que sempre quis
trabalhar na Araucária, sonho que acalentava desde moleque, quando andava de
ônibus, hoje sonha se tornar motorista de ônibus e promete que fará parte da próxima
turma da Escola de Formação Interna de Motorista. Se depender da sua
responsabilidade e fé, você chega onde quiser colega, afinal você merece!
PARABÉNS PELA CONQUISTA!
Conheça um pouco mais sobre o colega:
Cor preferida: Preta
Comida preferida: Pizza
Hobby: Correr
Lugar que gostaria de conhecer: Porto Alegre / RS
Qualidade: Honestidade
Uma
conquista: Fazer parte do quadro de funcionários da Araucária TC
Medo: Perder a família
Característica
mais importante em uma pessoa: Sinceridade
Melhor lugar que conhece: Rio Negro / SC
Lema da sua vida: Aquele que não luta pelo que quer,
não merece o que deseja.
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Perca um minuto na vida, mas não perca a vida em um minuto.
O trânsito é o sistema que ceifa mais vidas em todo mundo e até mais que todas as guerras e doenças humanas reunidas. Na verdade quem mata não é o trânsito que é apenas um sistema social com sentido de organizar consciências sem consciência, mas motoristas com instintos animais muito mais forte que o juízo, a razão ou a consciência social. Não estou nem indo além e analisando consciencialmente que nem justifica de tão distante serem certas atitudes de certos motoristas assassinos em potencial.
Não tenho intenção de ser suave ou demagógico, pois também sou motorista e estou sujeito as causas do trânsito.
É justo lembrar também a imprudência e irracionalidade dos pedestres, ciclistas e motoqueiros que como suicidas conscientes têm talvez mais responsabilidades sobres os acidentes insanos que os próprios motoristas que tidos como cruéis assassinos muitas vezes são mais vítimas que qualquer outra coisa. Cada qual com sua responsabilidade.
Há um processo de insanidade recíproco no trânsito que fará tanto mais vítimas quanto menor ou mais fraco for o objeto participante do acidente ou valendo a lei do mais forte.
Bem, o fato é que existem diversas formas de inconseqüência, desde as mais sutis como falar ao celular enquanto dirige, não dar uma seta antes de converter até efetuar uma ultrapassagem perigosa em local inadequado.
Concordo plenamente com leis cada vez mais severas e multas caras, já que não é possível obter cooperação é preciso reprimir através de leis, que também de nada adiantarão se não houver devida fiscalização. Evidentemente nenhuma lei em nenhum setor nada resolve ou resolverá pois é sempre fácil burlar, mentir, enganar e fazer o mal quando se há intenção negativa e má fé consciente.
Num cruzamento sem sinal nenhum, quem tem preferência? Resposta consciente: A vida tem preferência, ou seja, ceda sempre aos neuróticos e seja feliz. Resposta técnica: Quem vem de sua direita. Se você é que vai na direita do outro veículo, você tem a preferência.
Termino com um simples recado: NÃO ADIANTA NADA DAR A SETA EM CIMA DA HORA! Ela tem que ser ligada com antecedência! Nunca saia de uma garagem velozmente, você pode matar alguém! Sempre antes de mudar de pista ou converter à direita ou esquerda, dê uma olhada nos retrovisores.
Dicas:
- Posicione seus retrovisores de forma mais aberta possível para aumentar o ângulo de visão e diminuir os pontos cegos.
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A presidente Dilma Roussef sancionou nesta
quarta-feira (04) a Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei 12.587/2012)
que define as diretrizes para a integração entre os diferentes modos de
transporte coletivo e individual, facilitando a mobilidade e acessibilidade das
pessoas e cargas nas cidades e metrópoles. “Essa nova Lei preenche o vazio
jurídico que havia desde 1988, quando a Constituição delegou aos municípios a
responsabilidade pelo ordenamento do transporte coletivo urbano”, afirmou o
deputado federal Eduardo Sciarra (PSD), que presidiu na Câmara dos Deputados a
Comissão Especial que estudou a matéria em 2009 e 2010.
“É um grande avanço porque se trata de um Marco
Regulatório fundamental para a organização das cidades, que recorriam à Lei das
Licitações, à Lei das Concessões ou criavam Leis muitas vezes falhas para
poderem organizar o transporte urbano”, completou. A Política Nacional de
Mobilidade Urbana unifica nacionalmente conceitos de acessibilidade, mobilidade,
reajuste tarifário, transporte público coletivo e individual. “Na prática, os
prefeitos ganham sustentação jurídica para assegurar direitos e deveres, tanto
das empresas de transporte, taxistas, mototaxistas e similares, como dos seus
usuários”, explicou Eduardo Sciarra, que também foi presidente da Comissão de
Desenvolvimento da Câmara dos Deputados.
Para Sciarra, entre os principais avanços,
destacam-se os critérios para reajustes de tarifas do transporte coletivo, a
obrigatoriedade dos municípios de combater o transporte ilegal e a criação do
subsídio tarifário, pelo qual União e Estados poderão repassar recursos aos
municípios para cobrir déficits nos valores das tarifas. Do mesmo modo, os
prefeitos estão autorizados a reduzir as tarifas em dias ou horários de baixo
movimento para estimular o uso do transporte coletivo. “Em Curitiba, isso já
acontece aos domingos quando a tarifa custa apenas R$ 1,00”, lembrou Sciarra.
No caso do combate ao transporte ilegal, prefeituras e Ministério Público
passam a contar com uma base legal para requisitar apoio das forças de
segurança da União e dos Estados.
DIREITOS
Os usuários do transporte coletivo também são
beneficiados pela nova Lei. O poder público agora é obrigado a divulgar, de
forma transparente, horários e itinerários dos ônibus, trens urbanos, metrôs e
similares. Também deverão ser públicas informações sobre tarifas e os modos de
integração entre as diversas formas de transporte. A sociedade civil poderá
interferir diretamente no planejamento, fiscalização e avaliação da Política
Nacional de Mobilidade Urbana por meio de órgãos colegiados, ouvidorias,
audiência e consultas públicas, além de pesquisas de satisfação dos usuários do
transporte coletivo. Táxis e mototáxis também serão obrigados a oferecer serviços
de qualidade, obedecendo a conceitos de segurança, higiene e conforto.
“Os municípios terão agora prazo de 100 dias, a
contar de hoje (quarta-feira), para se organizarem e se adequarem à nova Lei
que, portanto, entrará em vigor no dia 12 de abril deste ano”, explicou Eduardo
Sciarra. “A Comissão Especial na Câmara dos Deputados realizou longo e
minucioso trabalho sobre os problemas relativos à mobilidade e acessibilidade
urbana, chegando a uma proposta que foi aprovada na íntegra e por unanimidade
dos partidos no Senado Federal”, afirmou. O projeto de Lei que deu origem à
Política Nacional de Mobilidade Urbana, de autoria do ex-deputado e
ex-governador de São Paulo, Alberto Goldman, começou a tramitar em 1995. “Foram
quase 17 anos de tramitação, sendo que somente ganhou impulso quando
conseguimos formar a Comissão Especial”, informou.
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